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Feliz 20!!

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FÁTIMA A FIANDEIRA

Numa cidade do mais longínquo Ocidente vivia uma jovem chamada Fátima, filha de um próspero fiandeiro. Um dia o pai lhe disse: — Filha, nós faremos uma viagem, pois tenho negócios a resolver nas ilhas do Mediterrâneo. Talvez você encontre por lá um jovem atraente, de boa posição, com quem possa então se casar. Iniciaram assim sua viagem, indo de ilha em ilha; o pai cuidando de seus negócios, Fátima sonhando com o homem que poderia vir a ser seu marido. Mas um dia, quando se dirigiam a Creta, armou-se uma tempestade e o barco naufragou. Semi-inconsciente, Fátima foi arrastada pelas ondas até uma praia perto de Alexandria. Seu pai estava morto, e ela ficou inteiramente desamparada. Podia recordar-se apenas vagamente de sua vida até aquele momento, pois a experiência do naufrágio e o fato de ter ficado exposta às inclemências do mar a tinham deixado completamente exausta e aturdida. Enquanto vagava pela praia, uma família de tecelões a encontrou. Embora fossem pobres, levaram-na para sua hum…

A LENDA DAS AREIAS

Vindo desde as suas origens em distantes montanhas, após passar por inúmeros acidentes de terrenos nas regiões campestres, um rio finalmente alcançou as areias do deserto. E do mesmo modo como vencera as outras barreiras, o rio tentou atravessar esta de agora, mas se deu conta de que suas águas mal tocavam a areia nela desapareciam.

Estava convicto, no entanto, de que fazia parte do seu destino cruzar aquele deserto, embora não visse como fazê-lo. Então uma voz misteriosa, saída do próprio deserto, sussurrou:

"O vento cruza as areias do deserto, o mesmo pode fazer o rio."

O rio objetou estar se arremessando contra as areias, sendo assim absorvido, enquanto que o vento podia voar, conseguindo dessa maneira atravessar o deserto.

"Arrojando-se com violência como vem fazendo não conseguirá cruzá-lo. Assim desaparecerá ou se transformará num pântano. Deve permitir que o vento o conduza a seu destino."

"Mas como isso pode acontecer?"

"Consentindo em ser absorvid…

O ELEMENTO INESPERADO

Já altas horas da madrugada, dois bêbados começaram uma discussão bem debaixo da janela de Nasrudin, que acordou, enrolou-se em seu único cobertore saiu para tentar acabar com a gritaria. 
Mal começou a sua tentativa de apaziguar os ânimos, um dos bêbados arrancou-lhe o cobertor e os dois saíram correndo.
“Sobre o que discutiam?”, perguntou a sua mulher logo que Nasrudin voltou.
“Devia ser a respeito do cobertor. Assim que o conseguiram, a briga terminou”. 

POR QUE ESTAMOS JUNTOS?

“Todos os grandes mestres dizem que o tesouro espiritual é um descobrimento solitário, então,  por que estamos juntos”, perguntou um dos discípulos ao Mullá Nasrudin.
“Vocês estão juntos porque um bosque sempre é mais forte que uma árvore solitária, o bosque mantém a umidade do ar, resiste melhor a um furação e ajuda para que o solo seja fértil”.
“Porém, o que faz uma árvore forte são as suas raízes e a raiz de uma planta não pode ajudar outra planta crescer”, disse outro discípulo.
Estar juntos num mesmo propósito é deixar que cada um cresça a sua maneira; este é o caminho dos que desejam comungar com Deus. 

CONFIA EN MI

Te Puedo Quitar Tres Minutos De Tu Valioso Tiempo?

Porque te confundes y te agitas ante los problemas de la vida?

Cuando hayas hecho todo lo que esté en tus manos para tratar de solucionarlos, déjame el resto a Mi.

Si te abandonas en Mi todo se resolverá con tranquilidad según mis desígnios.

No te desesperes, no me dirijas una oración agitada como si quisieras exigirme el cumplimiento de tu deseo. Cierra los ojos del alma y dime con calma..

“Dios, yo confío en ti...”

Evita las preocupaciones y angustias y los pensamientos sobre lo que pueda suceder después.

No estropees mis planes queriéndome imponer tus ideas…
Déjame ser Dios y actuar con toda la libertad.

Abandónate confiadamente en Mí. Reposa en Mí y deja en Mis manos tu futuro.

Dime frecuentemente “Dios yo confío en ti...”Y no seas como el paciente que le pide al médico que lo cure pero le sugiere el modo de hacerlo.

* déjate llevar en mis manos.
* no tengas miedo.
* Yo te Amo!

Si crees que las cosas empeoraron o se complican a pesar de tu orac…

SEU TESTAMENTO

Chegou o tempo em que Nasrudin redigiu o seu testamento. Ele simplesmente escreveu:
"Não tenho nada. Permitam que seja dividido igualmente entre os membros de minha família. O que restar deverá ser dado aos pobres!"

O PERIGO NÃO TEM FAVORITOS

Uma senhora levou seu filho pequeno a escola do Mullá Nasrudin.

"Ele é muito, muitíssimo mal educado, gostaria que o senhor desse um suste no garoto", explicou-lhe a senhora.

O Mullá assumiu uma postura ameaçadora, com um olhar flamejante e um rosto assustador. Deu vários pulos para cima, para baixo e, repentinamente saiu correndo. A senhora desmaiou e quando se recobrou, esperou Nasrudin que retornava lentamente.

"Eu lhe pedi para assustar o garoto, não a mim!"

"Cara  senhora, viu como eu mesmo me assustei? Quando o perigo ameaça, ameaça a todos por igual."

PICADA DE COBRA

Perguntaram a Nasrudin: "Para que esse antídoto contra picada de cobra?"


"É que peguei um pedaço de pau e achei que era uma cobra". Respondeu o Mullá.

"Mas, um pedaço de pau não o picaria!"


"E a cobra de verdade que eu peguei para bater no pedaço de pau?"

Histórias de Nasrudin (Ed Dervish).

FIGOS E NÃO ABÓBORAS

Nasrudin havia colhido algumas abóboras em sua horta e pensou em levá-las de presente ao rei Tamerlão.

Um 'amigo' seu, que gostava de brincadeiras de mau-gosto, ao saber das intenções de Mullá, sugeriu que ele levasse figos ao invés de abóboras, 'pois sabia que Tamerlão odiava figos'.

Nasrudin aceitou a sugestão e, com uma bolsa cheia de figos foi visitar o Rei.

"O que você traz ai?", perguntou intrigado Tamerlão, ao ver o Nasrudin entrar no recinto com seu presente.

"Ó Alteza!", exclamou o Mullá curvando-se na presença do rei. "trago-vos um presente que certamente vos agradará".


Ao abrir a sacola e ver os figos, Tamerlão ficou colérico.

"Que brincadeira é esta? Guardas, atirem estes figos horrorosos na cabeça desse homem!"

Imediatamente os figos foram acertando a cabeça do Nasrudin e, a cada vez o Mullá erguia os braços e agradecia a Deus.

Surpreendido, o rei perguntou, "Mullá, o que você está agradecendo?  


"Ó meu senhor,…

SE AO MENOS...

Nasrudin caminhava ao lado de um discípulo quando viu, pela primeira vez na vida, uma linda paisagem refletida em um lago. “Que maravilha! Mas, se ao menos...” “Se ao menos o que Mullá?” perguntou o discípulo. “Se ao menos não tivessem colocado água no lago”.

Histórias de Nasrudin (Ed. Dervish)

LIÇÕES DE FLAUTA

Nasrudin sempre queria aprender algo novo, então um dia ele teve pensou em aprender a tocar flauta. 
Assim foi a um professor de música e perguntou-lhe: "Quanto cobra por lições de flauta"?
"Três peças de ouro o primeiro mês e depois uma peça por mês".
"Oh! muito bem", exclamou Nasrudim. "Então começaremos pelo segundo mês". 


A Farmácia Cósmica de Nasrudin

Nasrudin estava desempregado. Perguntou, então, a alguns amigos que tipo de profissão deveria seguir.
“Bem, Nasrudin”, disseram, "você é muito capaz e conhece bastante as propriedades medicinais das ervas. Poderia abrir uma farmácia".
Nasrudin foi para casa, pensou e disse para si mesmo: "sim, acho que é uma boa idéia. Acho que sou capaz de fazer isso."

Naturalmente, sendo Nasrudin, nessa ocasião em particular passava por um de seus momentos de desejar ser proeminente e importante. Assim, pensou: "Não abrirei apenas uma loja de ervas ou uma farmácia que lide com ervas; abrirei algo grandioso e que cause um forte impacto".

Comprou uma loja, instalou prateleiras e armários e quando chegou a hora de pintar a fachada, montou um andaime, cobriu-o com chapas e trabalhou atrás delas. Não deixou que ninguém visse o nome que daria à farmácia ou como a fachada estava sendo pintada.

Após vários dias, distribuiu folhetos que diziam: "Grande inauguração, amanhã às…

El préstamo

Un hombre decia a sus amigos en la casa de té:

"Presté a alguien una moneda de plata, y no tengo testigos; temo que quien la recibio niegue que yo la haya puesto en sus manos".

Sus amigos le compadecieron, pero un sufi, que estaba sentado en un rincón, alzó la cabeza y dijo:

"Invítale aqui a tomar un té, y dile, en presencia de toda esta gente, que le prestaste veinte monedas de oro".

"Como voy a hacerlo si sólo le presté una de plata?".

"Eso es exactamente lo que él te responderá indignado", dijo el sufi, "y todos podrán oírlo de sus labios. No querias testigos?".

Extraido do livro: Cuentos de Oriente para niños de Occidente

O QUE LHE FALTA

Certo dia, um juiz perguntou a Nasrudin:
"Mullá, no caso de você ter de escolher entre a justiça e o dinheiro, o que você escolheria?"
"O dinheiro, é claro!" - respondeu Nasrudin, sem pestanejar.
"O quê!" disse o juiz. "Pois eu escolheria a justiça sem pensar duas vezes, porque a justiça não é fácil de ser encontrada, enquanto o dinheiro, este não é tão raro assim. Estou espantado com a sua opção. Não o julgava capaz de uma ambição, sendo um mestre!"
"Meritíssimo, cada um deseja aquilo que lhe falta".

IDÉIA FIXA

Certa vez perguntaram ao Nasrudin: "quantos anos você tem Hodja?".
Ele respondeu: "quarenta".
"Como pode ser? Dois anos atrás você já dizia que tinha quarenta anos".

"É que eu sempre sustento o que digo", esclareceu o Mullá

Leann Rimes - Amazing Grace

A ILHA DESERTA

Certa vez um homem rico, de natureza boa e generosa queria que o seu escravo fosse feliz. Para isso lhe deu a liberdade e um navio carregado de mercadorias. “Agora você está livre”, disse o homem. “Vá e venda esses produtos em diversos países e tudo o que conseguir por eles será seu.” O escravo liberto embarcou no navio e viajou através do imenso oceano. Não havia viajado muito tempo quando caiu uma tempestade. O barco foi arremessado violentamente contra os rochedos e se fez em pedaços; tudo o que havia a bordo se perdeu. Somente o ex-escravo conseguiu se salvar, nadando até alcançar a praia de uma ilha próxima. Triste, abatido e só, nu e sem nada, o ex-escravo caminhou até chegar a uma cidade grande e linda. Onde as pessoas se aproximaram para recebê-lo, gritando: “Bem vindo! Bem vindo! Vida longa ao rei!” Trouxeram uma rica carruagem, onde o colocaram e escoltaram-no até um magnífico palácio. Lá muitos servos se reuniram ao seu redor, vestiram-no com roupas reais e todos se dirigiam a el…

O Cavalo Mágico

Era uma vez, não faz muito tempo, um reino cujos habitantes eram extremamente prósperos. Tinham feito toda espécie de descobertas a respeito do crescimento das plantas, da colheita e da conservação de frutos, da manufatura de objetos para vender a outros países, e de muitas outras artes práticas. Seu soberano era possuidor de uma sabedoria incomum. Incentivava novas descobertas e toda espécie de atividades, pois sabia das vantagens que traziam para seus súditos. O rei tinha um filho chamado Hoshyar, perito no uso de estranhos aparelhos, e outro chamado Tambal, sonhador, que parecia estar interessado somente naquelas coisas que o povo achava de pouco valor. De tempos em tempos, o rei Mumkin, assim se chamava o soberano, mandava arautos divulgar que: "Todos aqueles que tiverem invenções notáveis e artefatos úteis, levem-nos ao palácio, onde serão examinados, de modo que seus inventores sejam devidamente recompensados". Acontece que naquele país havia dois homens, um ferreiro e um m…

O EMPRÉSTIMO

Na casa de chá um homem dizia aos amigos:

Emprestei uma moeda de prata a uma pessoa e não tenho testemunhas. Receio que quem a recebeu negue que a pus em suas mãos.

Os amigos fiacram com pena dele, mas um homem sábio que estava sentado em um canto ergueu a cabeça e disse:

"Convide-o para tomar chá aqui e diga-lhe, na presença de todos, que você lhe emprestou vinte moedas de ouro." 

"Como posso fazer isto se só lhe emprestei uma moeda e prata?"

"É exatamente isso o que ele vai responder idignado, disse o sufi, e todos poderão ouvi-lo. Você não queria testemunhas?".